terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Lisboa – Parte I

Em 2008, aproveitámos um fim-de-semana prolongado e decidimos ir conhecer melhor a capital. Antes de chegar a Lisboa, fizemos uma paragem em Mafra para visitar o Convento e almoçar.


Este monumento é simultaneamente Igreja, Convento e Palácio e foi um dos finalistas das Sete Maravilhas de Portugal.


O interior do Convento de Mafra é magnífico… Tem inúmeras salas, quartos, salões de jogos e uma biblioteca soberba.

Na altura em que visitávamos o convento, estava a decorrer um casamento na igreja. Para quem tem o sonho de realizar um casamento católico, esta é sem dúvida uma excelente escolha!



Depois do almoço, num restaurante mesmo em frente ao Convento, rumamos viagem em direcção a Lisboa. A primeira paragem foi no Santuário Nacional do Cristo Rei. Depois de atravessar a Ponte 25 de Abril, e deixar Lisboa para trás, lá chegámos a Almada.

A subida até ao cimo do Cristo Rei é feita por um elevador que parece nunca mais chegar ao destino! Mas depois de estar lá em cima a vista é simplesmente fantástica…

Antes de o dia terminar, ainda tivemos tempo de ir até ao Parque das Nações e relaxar numa esplanada com vista para o Rio Tejo.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

7 Maravilhas Naturais de Portugal

As 7 Maravilhas Naturais de Portugal foram conhecidas no dia 11 de Setembro de 2010, nas Portas do Mar, em S. Miguel, Açores.
Das 21 finalistas, eis as 7 consideradas património natural do nosso país:

- Lagoa das Sete Cidades (Zonas Aquáticas Não Marinhas): É o maior lago de água doce do Arquipélago dos Açores. Fica na parte oeste da Ilha de São Miguel, no complexo vulcânico das Sete Cidades, onde ocupa uma área de mais de 4kms quadrados. Esta lagoa tem uma característica muito pouco comum relativa a coloração das suas águas sendo que a lagoa é dividida por canal pouco profundo atravessado por uma ponte baixa separando de um lado um lago de águas de tom verde e do outro, outro lago de cor azul. A profundidade desta lagoa é de 33 metros.


- Portinho da Arrábida (Praias e Falésias): É uma das jóias do litoral da Arrábida, uma baía magnífica em todas as estações do ano. A 14 kms de Setúbal, o Portinho da Arrábida é uma praia em forma de concha no Parque Natural que leva o nome da Serra que ganha relevo nas costas destas areias. A praia, de areia fina e águas cristalinas, está abrigada dos ventos de Norte. A 100 metros da praia está a Pedra da Anicha, uma formação rochosa agora protegida, mas desde sempre muito procurada pelos amantes da caça submarina.



- Floresta Laurissilva da Madeira (Florestas e Matas): Classificada como Património Natural da Unesco desde 1999, é a maior concentração deste tipo de floresta em todo o mundo e o seu nome explica muita coisa: “silva” é o termo em latim para bosque ou floresta e “laurus” significa louro ou loureiro. A família das Lauráceas dá-se bem com este clima sub-tropical e é composta pelo Louro, Til, Barbusano e Vinhático. É composta de espécies raras e específicas desta área, incluindo fauna e flora ameaçadas à escala europeia.



- Paisagem Vulcânica da Ilha do Pico (Grandes Relevos): A Montanha do Pico ergue-se a 2351 metros de altitude e é o ponto mais alto de Portugal. O topo da montanha é composto por uma cratera com 700 metros de perímetro e 30 de profundidade, com um chamado “cone lávico” de 70 metros que leva o nome de Piquinho. É possível chegar de carro até aos 1200 metros e fazer a subida final em escalada. A partir dos 1500 metros, a vegetação torna-se rasteira e no Inverno pode acumular-se neve.




- Grutas de Mira Daire (Grutas e Cavernas): A entrada já não se faz a cordas grossas, como as dos homens que em 1947 a descobriram. As Grutas de Mira D’Aire são as mais visitadas do país e já se estendem por 11 kms no calcário do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros.





- Ria Formosa (Zonas Marinhas): É um dos grandes tesouros naturais do Algarve. Num contexto de forte pressão urbanística e intensa ocupação turística, a Ria Formosa emerge como o território ecológico mais sensível da região. Da praia do Ancão à Manta Rota, estende-se por 60 kms ao longo da costa do Sotavento algarvio onde se encontram duas penínsulas (Faro e Cacela) e cinco ilhas-barreira (Barreta, Farol, Armona, Tavira e Cabanas).




- Parque Nacional Peneda-Gerês (Zonas Protegidas): Nasceu em 1971 como Parque Nacional. É a única área protegida portuguesa com essa denominação. Abrange as Serras da Peneda, Gerês, Amarela e Soajo e os concelhos de Arcos de Valdevez, Montalegre, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Melgaço. Apresenta inúmeras zonas de carvalhal e vegetação única, como a que pode ser observada nos bosques da Mata da Albergaria (Reserva Biogenética do Conselho da Europa).


Textos extraídos de: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?did=119795&fid=96 e http://pt.wikipedia.org/

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

México - Parte IX

E assim chegamos a Sábado, o penúltimo dia no México e o último para desfrutar do resort… Sim, porque no Domingo só tivemos mesmo tempo de arrumar as malas, tomar o pequeno-almoço e partir rumo a Cancun para o aeroporto.
Sendo o nosso último dia aproveitamos ao máximo as piscinas e as praias do resort assim como todas as actividades disponíveis. Uma delas foi a canoagem :)


À noite, foi a vez de jantar no restaurante temático brasileiro – La Gran Tortuga - onde nos foi servido rodízio, que se revelou ser muito fraquinho em relação ao que estamos habituados aqui em Portugal…

O resto da noite foi aproveitada para nos despedirmos do resort pois sabíamos que no dia seguinte não íamos ter tempo para isso.

E pronto foi assim que acabou a nossa lua de mel...

No entanto, não posso terminar este report sobre o México, sem falar em algo que me incomodou bastante neste país e que fez com que as minhas férias não fossem assim tão especiais… Isto para pessoas como eu que têm aversão a bichos, mais concretamente répteis…Sim, eu já sabia que ia para um clima tropical com muita vegetação onde tudo é propício à aparição destes bichinhos… E mesmo depois de amigos que já tinham estado no México, me terem alertado para esse facto, eu não consegui ficar imune a este “problema”! Mas como é que eu podia?? Era iguanas e osgas em todo o lado onde fossemos…

Iguana no resort

Iguana em Xcaret

Iguana no Resort


Iguana em Tulum


Aqui contamos 10 todas juntas!!!

Nos primeiros dias as iguanas incomodavam-me pois elas apareciam em qualquer canto no resort, mas quando eu finalmente me apercebi que elas até fugiam de nós, deixei de me importar com elas… O pior eram mesmo as osgas… Imensas osgas! Principalmente de noite, que ao ir para o quarto, apareciam em todo o lado e até mesmo no quarto tivemos uma :(

Osga :(

E por último, tenho de me queixar dos meus queridos amigos mosquitos que me picaram todinha e me obrigaram a gastar um frasco de Fenistil!!! Qual repelente qual quê! E o pior foi mesmo no último dia, Sábado à noite, que eu usei calças e então eles picaram-me os pezinhos todos :( só num pé contei 10 picadelas…!!

Pronto, deixo aqui como último registo o pior do México… Para mim… Que não conseguia estar sossegada em nenhum lado… Nem mesmo no quarto!!

 
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