terça-feira, 10 de maio de 2011

Açores: Parte IV - O Hotel

O hotel seleccionado para a nossa estadia em Ponta Delgada foi o Hotel do Colégio.


Uma das razões desta escolha foi o factor preço pois, dentro dos hotéis de 4 estrelas, este era um dos mais económicos. Mas a principal razão da preferência pelo Hotel do Colégio prendeu-se com o conselho dado pela senhora da agência de viagens que já lá tinha estado hospedada e falou maravilhas do hotel, principalmente sobre a sua localização pois fica situado bem no centro de Ponta Delgada, numa das ruas típicas desta cidade.


O nome “Hotel do Colégio” deriva do colégio ”A colmeia” que, desde os meados do sec. XX e até recentemente, funcionou nos baixos do edifício. Na decoração do hotel é possível descobrir vestígios que denunciam a existência do colégio noutros tempos.



O próprio restaurante do Hotel chama-se Restaurante “A Colmeia”, um restaurante gourmet de referência em Ponta Delgada (muito bom por sinal!!!).



Assumindo-se como Janela da Essência e Alma Açoriana, o Hotel do Colégio tem traços arquitectónicos do séc. XIX e pormenores a influência do trabalho em cantaria de basalto local, praticado nesses tempos.



Em tempos foi residência de figuras ilustres como o ex-presidente da Republica Portuguesa Marechal Gomes da Costa, destacado para os Açores por razões políticas.


No geral o hotel foi da nossa satisfação: atendimento excelente, boas instalações, limpo, sossegado e o pequeno-almoço não deixou a desejar. No entanto, julgo que para hotel de 4* já necessita de algumas remodelações.




quarta-feira, 4 de maio de 2011

Açores: Parte III - Caloura e Ponta Delgada

Antes de irmos para Ponta Delgada, resolvemos passar pela Lagoa para conhecer o Vale da Caloura, onde encontrámos uma praia recheada de pedras vulcânicas e onde existe uma piscina natural e o porto.




E já que a localidade da Fajã de Baixo ficava a caminho de Ponta Delgada, fizemos aí uma paragem para visitar as estufas de ananases.

Na plantação de ananases A. Arruda ficamos a conhecer todas as fases do cultivo do ananás, em estufas de vidro. Esta técnica é única no mundo e típica da Ilha de São Miguel.




E finalmente seguimos em direcção a Ponta Delgada mas antes de fazer check-in no hotel, ainda tivemos tempo para conhecer um pouco da cidade.

Marina


Praça Gonçalo Velho Cabral


Portas da Cidade


Igreja Matriz de São Sebastião


Como para o 1º dia o cansaço já era muito, depois de deixarmos as malas no Hotel do Colégio (o próximo post será inteiramente dedicado ao hotel), fomos jantar ao shopping Parque Atlântico que tem uma curiosa alusão às baleias dos Açores :)



sábado, 30 de abril de 2011

Açores: Parte II - Sete Cidades e Mosteiros

O tão esperado dia da viagem aos Açores chegou e começou logo de madrugada. Como queríamos chegar bem cedinho ao nosso destino para aproveitar o máximo do dia, tivemos de optar pelo voo com escala em Lisboa (Porto – Lisboa – Ponta Delgada) pois, só tínhamos voo directo do Porto da parte da tarde.


O sacrifício valeu bem a pena e assim tivemos a oportunidade de pela primeira vez descolar a partir do aeroporto da capital e apreciar Lisboa vista do céu.


Parque das Nações


Ponte Vasco da Gama


Chegamos a Ponta Delgada perto das 09h30, hora local, já que nos Açores regista-se uma hora a menos que no continente.


Na aproximação ao aeroporto de Ponta Delgada, conseguimos ver todo o lado sul da ilha de São Miguel, desde Povoação, Vila Franca do Campo, Lagoa até Ponta Delgada.


Ilhéu de Vila Franca do Campo


Marina de Ponta Delgada


Fizemos a viagem pela TAP no avião “Luís de Freitas Branco”, nome de um compositor português e uma das mais importantes figuras da cultura musical portuguesa.


Após as formalidades de desembarque, levantamos o nosso carro de aluguer na delegação da rent-a-car Autatlantis, no aeroporto.


Carro de Aluguer – Mazda2


Tal como planeado para o 1º dia, seguimos em direcção à Lagoa das Sete Cidades.


A primeira paragem foi no Miradouro da Vista do Rei e tal como se previa, as condições meteorológicas não eram as melhores. Apesar do céu cinzento, conseguimos ver a lagoa na sua plenitude mas não conseguimos ver o efeito que o céu limpo produz na lagoa transformando-a numa lagoa de água azul de um dos lados e verde no outro lado.


Lagoa das Sete Cidades vista do Miradouro da Vista do Rei


Nesta zona existe um impressionante empreendimento abandonado que foi em tempos um hotel.



Seguimos depois em direcção à ponte que separa a lagoa em dois: de um lado um lago de águas de tom verde e do outro, outro lago de cor azul.


A próxima paragem foi na Lagoa e no Miradouro do Canário. Para chegar a este miradouro tivemos de deixar o carro para trás e percorrer o trilho pedestre.


Deste miradouro é possível avistar 3 lagoas: uma parte da Lagoa das Sete Cidades, a Lagoa de Santiago e outra mais pequena – a Lagoa Rasa.


Lagoa de Santiago vista do Miradouro do Canário


Muito perto do miradouro encontramos a Lagoa do Canário escondida por entre vegetação.


O próximo destino planeado era a freguesia de Mosteiros, onde tínhamos previsto almoçar e visitar os famosos ilhéus.


Antes do almoço, ainda tivemos tempo de visitar a igreja de Mosteiros que, tal como viemos a constatar em todas as igrejas da ilha, também nela predomina o branco e o negro das rochas de basalto, devido á origem vulcânica das ilhas dos Açores.

Igreja Paroquial de Mosteiros


O almoço teve lugar no Restaurante Gazcidla, conhecido pelo seu famoso polvo assado.



O polvo assado de Mosteiros faz jus à sua fama pois é realmente muito saboroso mas também muito picante para o meu gosto…



A principal atracção de Mosteiros são os seus ilhéus, um conjunto de quatro grandes rochedos existentes na costa desta freguesia.


No caminho de regresso a Ponta Delgada, ainda tivemos tempo de parar no Miradouro da Ponta do Escalvado.


 
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