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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Lisboa - Centro Histórico

O 2º dia na capital foi dedicado ao centro histórico tendo como ponto de partida, a Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço.


Esta praça foi durante dois séculos o palácio real de Portugal e é uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m². No centro da praça está a estátua equestre de D. José.


Na parte norte da Praça do Comércio, encontra-se o belo Arco da Rua Augusta.


A Rua Augusta liga a Praça do Comércio, à Praça do Rossio. Fechada ao trânsito, esta rua é ladeada por diversas lojas, muitas delas de grandes marcas internacionais.


A Praça de D. Pedro IV, mais conhecida por Rossio, deve o seu nome à estátua de D. Pedro, que se ergue no centro da praça. D. Pedro IV  foi rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil independente.



No topo da praça está o Teatro Nacional D. Maria II, que abriu as suas portas a 13 de Abril de 1846, durante as comemorações do 27.º aniversário de D. Maria II (1819-1853), passando por isso a exibir o seu nome na designação oficial.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Lisboa – Palácio de Queluz

Como este ano ainda não tínhamos ido conhecer nenhum lugar novo, e como não queríamos sair de Portugal por causa do mais pequeno, resolvemos tirar uns dias para conhecer melhor a capital portuguesa.
Claro que já tínhamos ido anteriormente a Lisboa pois, em 2008 fomos os 2 e ainda o ano passado estivemos em Sintra e Cascais. Mas a verdade é que ainda desconhecíamos alguns locais desta cidade como por exemplo o Palácio de Queluz, que sempre desejamos visitar.

O primeiro dia desta viagem a 3, começou precisamente aí, no Palácio Nacional de Queluz.
À entrada podemos ver a estátua de D. Maria I, reconhecida como a primeira Rainha de Portugal, esposa de D. Pedro, que mandou construir o Palácio de Queluz para as suas férias de Verão.

 

Este palácio é vulgarmente chamado de “Versalhes Português” mas numa escala menor. Inclusive a Sala do Trono é muito parecida com a Sala dos Espelhos de Versalhes.

Sala do Trono

Sala da Música

Sala do Laternim

Capela

Sala dos Aposentos da Princesa

Quarto da Princesa

Quarto Império

Corredor das Mangas


Sala dos Embaixadores
E é através da lindíssima escadaria Robillion que temos acesso aos jardins do Palácio que têm como apontamento estátuas inspiradas na mitologia clássica.

Escadaria Robillion

Canal dos Azulejos

Canal dos Azulejos

Lago dos Dragões

Pórtico da Fama

Lago de Nereide

Lago de Neptuno

Fachada de Cerimónia

domingo, 16 de dezembro de 2012

Cascais

No dia a seguir ao casamento, aproveitamos a manhã para passear, antes de regressar ao Porto. Ficamos hospedados na casa dos meus tios, que fica perto de Cascais, e por isso fomos explorar melhor esta zona.

Começamos pela Boca do Inferno que deve o seu nome à analogia morfológica e ao tremendo e assustador impacto das vagas que aí se fazem sentir.


 


O próximo destino era o Cabo da Roca mas pelo caminho paramos para visitar o Forte de São Jorge de Oitavos.


Foi erguido no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, para complemento da defesa da barra do rio Tejo. Destinava-se especificamente ao abrigo de pequena guarnição, com a função de prevenir desembarques no litoral entre a praia do Guincho e a praia da Guia.



Seguimos caminho pelo Guincho de onde já se consegue avistar o Cabo da Roca.


E por fim chegamos ao Cabo da Roca, o ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental, ou, como escreveu Luís Vaz de Camões, o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto VIII).




Na zona existe um farol, o Farol do Cabo da Roca.



E assim terminou esta mini viagem por terras lisboetas que não será, com certeza, a última!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Sintra

No início de Novembro, tivemos um casamento em Sintra e aproveitamos para passar lá mais uns dias e conhecer sítios que ainda não tínhamos visitado. Já tínhamos ido a Sintra em 2008 mas não conseguimos explorar toda a vila e por isso decidimos voltar.
A viagem do Porto até Sintra demorou quase toda a manhã e quando lá chegamos fomos logo almoçar. Escolhemos um restaurante mesmo ao lado da Câmara de Sintra e qual não foi o nosso espanto ao ver que lá estava o Presidente da Câmara, Fernando Seara, a almoçar  :)


Na visita a Sintra em 2008, visitamos o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Palácio de Monserrate. A lista de palácios e locais de interesse em Sintra é vastíssima e por isso tivemos de seleccionar o que queríamos visitar de seguida. Escolhemos a Quinta da Regaleira mas ficou a promessa de voltar a Sintra para conhecer o que nos falta… À terceira há-de ser de vez!


Do centro da vila de Sintra conseguimos avistar o Castelo dos Mouros (que já visitamos em 2008) e o Palácio Nacional de Sintra (que está na lista para visitar).




Antes de irmos para a Quinta da Regaleira, fizemos um desvio até ao Palácio de Seteais pois aqui a visita é rápida. Este palácio foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester, num terreno cedido pelo Marquês de Pombal. Hoje em dia o palácio é um hotel de luxo da cadeia Tivoli.



De seguida fomos para a Quinta da Regaleira onde passamos o resto da tarde. O Palácio da Regaleira é o edifício principal deste espaço que se encontra rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas.




O bosque  é um autêntico labirinto onde vamos encontrando fascinantes e misteriosas construções como a capela, que tem acesso subterrâneo ao Palácio.



Continuando a explorar o denso bosque, encontramos a gruta da Leda e a Torre da Regaleira.



Mesmo em frente ao lindíssimo Portal dos Guardiões, está o Terraço dos Mundos Celestes e a Torre do Zigurate.



Mas a principal atracção, depois do Palácio, é o Poço Iniciático - uma galeria subterrânea em espiral, de 27 metros, por onde se descem nove patamares até às profundezas da terra.



No fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou cardeais, 4 menores ou colaterais) sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e, simultaneamente, indicativo da Ordem Rosa-cruz.



O poço está ligado por várias grutas e túneis a outros pontos da quinta. Estes túneis, outrora habitados por morcegos afastados pelos muitos turistas que visitam o local, estão cobertos com pedra importada da orla marítima da região de Peniche, pedra que dá a sugestão de um mundo submerso.





Outros pontos de referência da Quinta da Regaleira que conhecemos foram a Fonte da Regaleira, a Fonte do Balneário, o Lago e o Patamar dos Deuses.





Por fim, fomos visitar o interior do Palácio da Regaleira, também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro.








 
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