quarta-feira, 22 de julho de 2015

Madeira – Parte I

A viagem à Madeira estava prometida há alguns anos, para realizar com os meus pais. Era uma viagem que o meu pai queria muito fazer e a minha mãe nem tanto por ter pânico de andar de avião (apesar de nunca ter andado!).
Esta viagem estava planeada para 2016 pois este ano (2015) tínhamos decidido fazer o circuito italiano, a dois, uma vez que comemoramos 10 anos de namoro e 5 de casados. Mas, acabamos por não o fazer pois este ano realiza-se a Expo Milão e faz com que os circuitos não parem em Milão. Ora, ir a Itália e não ir a Milão não seria a mesma coisa. Decidimos por isso adiar a viagem a Itália e antecipar a ida à Madeira.
Esta foi uma viagem muito especial pois foi a primeira vez que o Tomás e a vovó andaram de avião! Não se podiam ter portado melhor e afinal até gostaram!




Do Porto para o Funchal temos voos directos da TAP e da Transavia. Os preços são muito semelhantes e por uma questão de segurança, conforto e por causa das malas, optamos por ir na TAP. Os horários permitiram-nos ir no 1º dia bem cedo e regressar no último dia ao final da tarde para podermos aproveitar bem os dias.
Apesar do aeroporto da Madeira ser considerado um dos piores do mundo para aterrar / descolar, a aterragem foi fantástica e não havia ponta de vento (o mesmo já não aconteceu na volta).



Quando chegamos ao aeroporto, procuramos a rent-a-car onde tínhamos alugado o carro e nada… mas antes de começarmos a stressar apareceu um senhor do nada a perguntar se estávamos à procura da Bravacar e levou-nos ao nosso destino. As instalações da Bravacar não ficam no aeroporto mas não tivemos qualquer problema com isso. Levaram-nos num shuttle até à rent-a-car e no regresso também nos deixaram no aeroporto. 
Como eramos cinco e a cadeirinha do Tomás ainda ocupa algum espaço, optamos por um carro de maior porte e calhou-nos uma carrinha Ford Focus.

Depois de todas as formalidades tratadas, iniciamos a nossa viagem com destino a Machico. Primeiramente conhecemos a sua pequena praia de areia amarela.



De seguida fomos ao miradouro do Pico do Facho que proporciona uma linda vista sobre o aeroporto e a baía de Machico e do outro lado, a Ponta de São Lourenço.






Continuamos viagem para ver a Ponta de São Lourenço, o mais perto possível. Esta é a península mais a Este da ilha da Madeira, batizada com o nome da caravela de João Gonçalves Zarco, um dos três descobridores da Madeira.


A próxima paragem foi na Ponta do Garajau, um promontório com vistas panorâmicas lindíssimas e onde a principal atracção é a estátua do Cristo Rei.







domingo, 12 de julho de 2015

Bruxelas - Parte IV

À tarde fomos conhecer mais um pouco da cidade como a basílica Koekelberg (Sagrado Coração), a mais importante igreja de Bruxelas e considerada a quinta maior igreja do mundo, com 89 metros de altura, 167 metros de comprimento e cúpula com 33 metros de diâmetro.


Como toda a família real, também os reis da Bélgica possuem um Palácio Real que, embora não morem lá, é usado para actos oficiais. Na altura em que visitamos a fachada do palácio, tinha morrido há pouco dias a rainha da Bélgica e por isso eram visíveis várias flores junto ao portão principal.



Mesmo em frente ao palácio fica o Parque de Bruxelas e atravessando-o encontramos o Palácio Nacional, uma construção neoclássica que abriga o Parlamento Belga. Juntos simbolizam o sistema de governo, ou seja, uma monarquia constitucional. 


E claro que não podíamos ir a Bruxelas sem conhecer os edifícios fascinantes da União Europeia, como o Parlamento Europeu.


Para nossa surpresa, ficamos a saber que também Bruxelas tem um Arco do Triunfo, localizado no bonito Parque Cinquentenário.


De volta ao centro de Bruxelas, tivemos oportunidade de ver o Manneken Pis na sua forma original, ou seja, despido!


Depois foi tempo de fazer as compras para a família (e para nós também) dos tradicionais chocolates, a t-shirt para o mais pequeno e o íman para o frigorífico!



domingo, 7 de junho de 2015

Bruxelas - Parte III

A manhã do segundo dia em Bruxelas estava reservada para a Mini-Europa, um parque em miniatura de reproduções de monumentos da União Europeia. 


Para além dos monumentos, o parque contém miniaturas de paisagens, comboios, moinhos, montes, teleféricos e outros. Cerca de 80 cidades e 350 edifícios estão aqui representados.











De Portugal podemos ver monumentos alusivos a Lisboa, como a Torre de Belém e o Oceanário.


Tem ainda uma alusão (que em nada demonstra a sua real beleza) às praias do Algarve, à Ribeira do Porto e ao Castelo de Guimarães. 



Considerado como a Torre Eiffel de Bruxelas, com 103 metros de altura, o Atomium representa um cristal elementar de ferro ampliado 165 mil milhões de vezes, com tubos que ligam as 9 partes formando 8 vértices. As esferas de ferro com cerca de 18 metros de diâmetro estão ligadas por tubos com escadas no seu interior com um comprimento de cerca de 35 metros. As janelas instaladas na esfera do topo oferecem aos visitantes uma vista panoramica da cidade. Outras esferas têm exposições sobre os anos 50. As três esferas, às quais só se tem acesso por tubos verticais, estão fechadas ao público por razões de segurança.





 
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