terça-feira, 25 de agosto de 2015

Madeira - Parte III


O primeiro destino no segundo dia na ilha da Madeira foi o Pico do Arieiro. Apesar de a distância desde o hotel não ser grande, a viagem foi demorada devido à estradas com subidas íngremes e curvas sinuosas deste trajecto.


O Pico do Arieiro é o terceiro pico mais alto da ilha da Madeira, com uma altitude de 1818 metros, depois do Pico Ruivo e do Pico das Torres.




Desde o Pico do Arieiro é possível fazer o trilho de cerca de 6km até ao Pico Ruivo, acessível apenas a pé. Graças ao zoom da máquina fotográfica conseguimos ver as pessoas a chegar ao Pico Ruivo.


Já a caminho de Santana, a próxima paragem foi no Miradouro do Fortim do Faial.





O município de Santana, é um dos mais procurados pelos turistas na ilha da Madeira devido às suas casinhas típicas, em forma triangular. Existem alguns exemplares destas casas junto à Camara Municipal, que albergam o Posto de Turismo e Pontos de Venda de produtos característicos da região.




Mas também existem algumas destas casas ainda hoje habitadas.




O almoço em Santana foi na Quinta do Furão com umas maravilhosas vistas para o oceano e onde apreciamos mais um prato típico da Madeira: o filete de peixe-espada preto, com banana e maracujá. 


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Madeira – Parte II

Depois de um almoço rápido onde provamos o célebre bife de atum, rumamos em direcção ao hotel para a sesta do Tomás que se tinha levantado muito cedo e por isso pensávamos que estaria cansado.
O hotel que reservamos foi o Fourviews Monumental por ter um preço razoável face à relação qualidade / preço e por estar localizado na zona mais turística do Funchal, o Lido.



Localização fantástica, hotel 4 estrelas, com parque de estacionamento gratuito, integrado num complexo comercial com lojas e restaurantes e com fantásticas piscinas interior e exterior, que infelizmente nem chegamos a usufruir por falta de tempo.





Quanto aos quartos ficamos hospedados em quartos com kitchenet equipada com frigorífico, micro-ondas, banca e fogão, que foi útil para a comida do Tomás.




O hotel tem umas soberbas vistas para o oceano, não acessível a todos os quartos.



E como o Tomás achou que não foi para a Madeira para dormir, não quis fazer a sesta e por isso aproveitamos o resto do dia para passear na Promenade, um passeio marítimo que faz a ligação entre a zona do Lido e a Praia Formosa. Esta é uma zona bastante turística onde não faltam restaurantes de todo o género, jardins lindíssimos e luxuosos hotéis.



Este primeiro dia na Madeira terminou no famoso restaurante Santo António, no Estreito de Camara de Lobos, especialista na espetada da Madeira, no bolo do caco, no milho frito e no pudim de maracujá…





quarta-feira, 22 de julho de 2015

Madeira – Parte I

A viagem à Madeira estava prometida há alguns anos, para realizar com os meus pais. Era uma viagem que o meu pai queria muito fazer e a minha mãe nem tanto por ter pânico de andar de avião (apesar de nunca ter andado!).
Esta viagem estava planeada para 2016 pois este ano (2015) tínhamos decidido fazer o circuito italiano, a dois, uma vez que comemoramos 10 anos de namoro e 5 de casados. Mas, acabamos por não o fazer pois este ano realiza-se a Expo Milão e faz com que os circuitos não parem em Milão. Ora, ir a Itália e não ir a Milão não seria a mesma coisa. Decidimos por isso adiar a viagem a Itália e antecipar a ida à Madeira.
Esta foi uma viagem muito especial pois foi a primeira vez que o Tomás e a vovó andaram de avião! Não se podiam ter portado melhor e afinal até gostaram!




Do Porto para o Funchal temos voos directos da TAP e da Transavia. Os preços são muito semelhantes e por uma questão de segurança, conforto e por causa das malas, optamos por ir na TAP. Os horários permitiram-nos ir no 1º dia bem cedo e regressar no último dia ao final da tarde para podermos aproveitar bem os dias.
Apesar do aeroporto da Madeira ser considerado um dos piores do mundo para aterrar / descolar, a aterragem foi fantástica e não havia ponta de vento (o mesmo já não aconteceu na volta).



Quando chegamos ao aeroporto, procuramos a rent-a-car onde tínhamos alugado o carro e nada… mas antes de começarmos a stressar apareceu um senhor do nada a perguntar se estávamos à procura da Bravacar e levou-nos ao nosso destino. As instalações da Bravacar não ficam no aeroporto mas não tivemos qualquer problema com isso. Levaram-nos num shuttle até à rent-a-car e no regresso também nos deixaram no aeroporto. 
Como eramos cinco e a cadeirinha do Tomás ainda ocupa algum espaço, optamos por um carro de maior porte e calhou-nos uma carrinha Ford Focus.

Depois de todas as formalidades tratadas, iniciamos a nossa viagem com destino a Machico. Primeiramente conhecemos a sua pequena praia de areia amarela.



De seguida fomos ao miradouro do Pico do Facho que proporciona uma linda vista sobre o aeroporto e a baía de Machico e do outro lado, a Ponta de São Lourenço.






Continuamos viagem para ver a Ponta de São Lourenço, o mais perto possível. Esta é a península mais a Este da ilha da Madeira, batizada com o nome da caravela de João Gonçalves Zarco, um dos três descobridores da Madeira.


A próxima paragem foi na Ponta do Garajau, um promontório com vistas panorâmicas lindíssimas e onde a principal atracção é a estátua do Cristo Rei.







 
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