sábado, 28 de janeiro de 2017

Cabo Verde, Ilha do Sal – Parte IV - Resort

Todos os dias de manhã, depois do pequeno-almoço, íamos para a praia até à hora de almoço. Como já referi no post anterior, a praia de Santa Maria é pública e para lá chegar apenas tínhamos de sair do resort e atravessar a estrada (de terra batida).



Já na praia, existe o Morna Beach Club que pertence ao resort e onde podemos também comer e beber consoante o regime que escolhermos.



Junto ao Morna Beach Club existem diversas actividades promovidas pelo pessoal de animação do resort, seja dança, futebol, voleibol, etc.




Depois do almoço, o Tomás ia para o quarto com o papá (que dispensa a hora do calor) dormir a sesta. Eu e os meus sogros ficávamos pela piscina a aproveitar o sol, onde também existiam actividades como a hidroginástica. Para além da piscina grande com bar, existe também a piscina das crianças e um jacuzzi.










Ao fim do dia e antes do jantar, saiamos do resort para conhecer um pouco da vila de Santa Maria. Se saíssemos pelas traseiras do resort, que dá acesso à praia, podíamos percorrer a marginal onde se encontram vários vendedores, a maioria senegaleses. 


Na praia podíamos ver o povo de Cabo Verde reunido ao fim do dia, alguns miúdos ainda com a mochila da escola às costas.





De regresso ao resort, durante o jantar havia sempre animação no palco em frente ao restaurante buffet. O pessoal de animação do resort realizava espectáculos temáticos, diferentes todos os dias.










E já depois do jantar, íamos até ao Morna Beach Club onde a animação continuava com musica ao vivo ou karaoke ou até com espectáculos improvisados.





sábado, 19 de novembro de 2016

Cabo Verde, Ilha do Sal – Parte III - Praia

No 1º dia oficial em Cabo Verde, tínhamos reunião marcada logo pela manhã com a Barracuda Tours para nos apresentar a agência, o resort e as excursões disponíveis pela ilha. 
Já sabíamos que queríamos fazer uma excursão para conhecer a Ilha do Sal e que num dia dávamos a volta à ilha. Marcarmos a excursão para todos e aproveitamos o resto da manhã para ir conhecer a famosa Praia de Santa Maria.



Confesso que não sabia muito bem o que ia encontrar a nível de praia. Já tinha ouvido várias opiniões ora que a água é fria, ora que há muita ondulação, etc. A verdade é que a primeira vez que vi a praia fiquei incrédula… Não sabia que a praia era tão linda! A areia branca e fina e o mar azul-turquesa lindíssimo… 


 A água de facto não é quente como nas Caraíbas mas tem uma temperatura aceitável, diria que algo parecida com as águas do Algarve. Eu que sou extremamente friorenta e que nem os pés molho nas praias do Porto, consegui entrar no mar da Praia de Santa Maria sem grandes dificuldades.


Em relação à ondulação, penso que sim, que costuma existir mas então fomos uns sortudos porque o mar esteve calmo toda a semana, sem ondas e conseguíamos andar uma grande distância sempre com pé.


Posso mesmo dizer que a nível de praia, principalmente pela sua beleza e pelo seu estado natural, gostei muito mais de Cabo Verde do que do México, onde a praia é privada e muito artificial. A única coisa que trocava do México para Cabo Verde era a temperatura da água :) 


E isso é o que também torna esta praia característica, o facto de ser uma praia pública, onde os turistas se podem misturar com os locais. Apesar disso, a população de Cabo Verde respeita e não frequenta as zonas da praia concessionadas pelos resorts. 
Uma atracção desta praia é o pontão, onde chega peixe a toda a hora e onde as mulheres esperam para o arranjar. 





Uma visita ao pontão permite apreciar esta actividade tão característica de Cabo Verde e contactar directamente com os locais, que são sempre simpáticos e adoram os portugueses.






A pesca é uma das únicas actividades económicas nesta ilha então a movimentação no pontão era uma constante, todos os dias, onde podíamos apreciar o peixe apanhado em alto mar. Um dos peixes muito característico da Ilha do Sal é o espadarte.







quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Cabo Verde, Ilha do Sal – Parte II - Viagem

Sendo a nossa viagem em Maio, não havia voo direto pela TAP para o Sal por isso a saída teve de ser de Lisboa. Na altura nem pusemos a hipótese de ir de comboio para Lisboa. Ao marcar as férias na agência pedimos a reserva de voo Porto-Lisboa mas só soubemos os valores das taxas a pagar cerca de um mês antes da data de ida… Nessa altura bem que nos arrependemos de não ter ido de comboio! Mais de 100€ por pessoa quando tínhamos a hipótese de ir por menos de 20€ de comboio ou até mesmo de Ryanair… Mas pronto sempre é mais prático largar as malas todas logo no Porto e só nos voltarmos a preocupar com elas no destino final… Se bem que as malas foram uma grande preocupação! 

Já várias pessoas que foram a Cabo Verde me tinham relatado más experiências com a bagagem… Ora porque as malas só chegavam passados dias ora porque nunca chegavam mesmo a aparecer… A juntar a isso, fomos nos tão famosos aviões TAP que fazem a ponte aérea Porto - Lisboa e onde também acontecem vários problemas com a bagagem. Os aviões são pequenos e muitas vezes não levam a bagagem toda, indo somente nos voos seguintes.

Para precaver todas estas situações, levamos uma mala de cabine com o essencial e mudas de roupa para 2 dias. Na ida marcamos o voo Porto-Lisboa com bastante antecedência do voo Lisboa-Sal para dar tempo caso a nossa bagagem não fosse no nosso voo. Tudo correu bem! Quer na ida quer na volta, as nossas malas apareceram sempre 

Chegamos à Ilha do Sal já de noite e à nossa espera estava o representante local da Abreu, a Barracuda Tours. À saída do aeroporto percebemos logo o clima quente e seco e o vento tão característico de Cabo Verde.

A viagem do aeroporto ao resort demorou cerca de 20 minutos. Pelo caminho a guia ia falando sobre a cultura Cabo Verdiana e íamos deixando pessoas em outros resorts.

Finalmente chegamos ao Oasis Salinas Sea onde os recepcionistas já nos aguardavam para fazer o check-in. Eramos um grupo de cerca de 20 pessoas mas como tínhamos uma criança deram-nos prioridade e rapidamente fizemos o check-in e fomos conhecer o nosso quarto.






Como já era tardíssimo - cerca da 1h da manhã lá mas nós ainda estávamos com o fuso horário português por isso já eram 3h da manhã – apenas nos instalamos para dormir e não conhecemos mais nada nesse dia senão o trajecto aeroporto – hotel – recepção – quarto.


 
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