quarta-feira, 9 de março de 2011

Douro - Pocinho

Sendo eu uma tripeira de gema, considero uma injustiça o Douro não ter sido considerado uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.
Este rio nasce em Espanha na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto às cidades do Porto e Vila Nova de Gaia. Tem 927 km de comprimento sendo o segundo rio mais extenso da Península Ibérica.

O Alto Douro Vinhateiro engloba 25 mil hectares, o que representa dez por cento da Região Demarcada do Douro, que desde há cerca de 250 anos produz aquele que é considerado um dos melhores vinhos do mundo: o Vinho do Porto. A região classificada pela UNESCO como Património da Humanidade é dominada pela geometria dos vinhedos e socalcos recortados nas encostas.


Apesar de nunca ter feito a subida ao Douro de barco, já percorremos, de carro, alguns dos principais pontos deste rio.
O Pocinho é uma aldeia sita no concelho de Vila Nova de Foz Côa, distrito da Guarda.
A sua estação ferroviária é actualmente o terminal da Linha do Douro.

Perto da aldeia fica a barragem do Pocinho, no rio Douro, que actualmente é propriedade da EDP e serve de aproveitamento hidroeléctrico.


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Serra da Gralheira

Nos últimos anos, sempre que vamos à aldeia do Ricardo, pela altura do Verão, não deixamos de visitar a Serra da Gralheira.
Esta serra pertence ao distrito de Viseu e situa-se no vértice de uma pirâmide, onde terminam os concelhos de Castro D’Aire, Resende e Cinfães.
Pela sua alta localização, a Gralheira possui um importante parque eólico.


As casas típicas desta região são de pedra pois existe uma pedreira ainda em funcionamento na aldeia.


Mas o principal motivo que nos leva a visitar a Gralheira todos os anos é o famoso restaurante “Recanto dos Carvalhos”, que serve fabulosos pratos de comida típica portuguesa e é também pizzaria.


E, apesar de ser estar localizado nesta pequena aldeia serrana, o restaurante atraí varias personalidades famosas, como se pode comprovar nas fotos publicadas no próprio restaurante.


A decoração deste espaço é sobretudo rural e lembra as actividades agrícolas tão características das aldeias de Portugal.

Outras locais a visitar na Gralheira é a pequena igreja da aldeia e o seu coreto.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Lisboa - Parte III

Belém é uma paragem obrigatória para quem visita Lisboa, por isso o nosso último dia na capital lusitana foi inteiramente dedicado a este local.




A Torre de Belém, uma das 7 Maravilhas de Portugal, foi o nosso ponto de partida.




Subimos até ao topo da Torre, uma tarefa dificultada devido às escadas de acesso serem muito estreitas, de tal forma que só circula uma pessoa de cada vez.



Seguindo pela margem do Rio Tejo, e sempre a pé, chegamos ao Padrão dos Descobrimentos.

Este monumento foi erguido para homenagear os Descobrimentos portugueses apresentando a forma de uma caravela, liderada pelo Infante D. Henrique, que segura numa mão uma pequena caravela, seguido de muitos outros heróis da história portuguesa (Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral - que descobriu o Brasil - Fernão Magalhães - que atravessou o Pacífico em 1520 -, o escritor Camões e muitos outros).


Não resistimos e subimos até ao topo do Padrão onde avistámos a magnífica zona de Belém o Rio Tejo e o Mosteiro dos Jerónimos na sua plenitude.


A visita a Belém terminou noutra das 7 Maravilhas de Portugal, o Mosteiro dos Jerónimos.


Este mosteiro foi encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia.

O claustro do Mosteiro dos Jerónimos é um dos mais bonitos e trabalhados da Europa.
 
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