domingo, 15 de dezembro de 2013

Lisboa – Centro Histórico II

Voltando um pouco para trás, para a Rua do Ouro, encontramos  o Elevador de Santa Justa, um verdadeiro ex-líbris da capital portuguesa. Este liga a rua do Ouro e a rua do Carmo ao Largo do Carmo.


O topo do elevador, acedido por uma estreita escada em caracol, é ocupado por esplêndidas vistas sobre o Rossio, a Baixa de Lisboa, o Castelo de São Jorge na colina oposta, o rio Tejo e as ruínas da Igreja do Convento do Carmo.








Seguimos então para o Largo do Carmo, onde resistem as ruínas do Convento do Carmo, e em frente encontra-se o Chafariz do Carmo.


Paredes meias com o convento, encontra-se o Quartel do Carmo, pertencente à Guarda Nacional Republicana que teve um papel muito importante aquando do 25 de Abril de 1974, por ter sido escolhido por Marcello Caetano para se refugiar da revolução, acabando este largo por ser o palco principal da revolução, como local da rendição do Estado Novo perante os militares do MFA. 
Continuamos o nosso percurso em direcção ao Chiado,  um dos bairros mais emblemáticos e tradicionais da cidade de Lisboa que se localiza entre o Bairro Alto e a Baixa Pombalina.




Aqui se encontra a famosa estatua de Fernando Pessoa, um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, que está sentado numa mesa no exterior do Café A Brasileira. Do outro lado da rua, ergue-se a estátua de Luís de Camões, no largo com o seu nome.



E para terminar este dia em terras alfacinhas, fomos conhecer a Assembleia da Republica e a Basílica da Estrela.



quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Lisboa - Centro Histórico

O 2º dia na capital foi dedicado ao centro histórico tendo como ponto de partida, a Praça do Comércio, mais conhecida por Terreiro do Paço.


Esta praça foi durante dois séculos o palácio real de Portugal e é uma das maiores praças da Europa, com cerca de 36 000 m². No centro da praça está a estátua equestre de D. José.


Na parte norte da Praça do Comércio, encontra-se o belo Arco da Rua Augusta.


A Rua Augusta liga a Praça do Comércio, à Praça do Rossio. Fechada ao trânsito, esta rua é ladeada por diversas lojas, muitas delas de grandes marcas internacionais.


A Praça de D. Pedro IV, mais conhecida por Rossio, deve o seu nome à estátua de D. Pedro, que se ergue no centro da praça. D. Pedro IV  foi rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil independente.



No topo da praça está o Teatro Nacional D. Maria II, que abriu as suas portas a 13 de Abril de 1846, durante as comemorações do 27.º aniversário de D. Maria II (1819-1853), passando por isso a exibir o seu nome na designação oficial.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Lisboa – Palácio de Queluz

Como este ano ainda não tínhamos ido conhecer nenhum lugar novo, e como não queríamos sair de Portugal por causa do mais pequeno, resolvemos tirar uns dias para conhecer melhor a capital portuguesa.
Claro que já tínhamos ido anteriormente a Lisboa pois, em 2008 fomos os 2 e ainda o ano passado estivemos em Sintra e Cascais. Mas a verdade é que ainda desconhecíamos alguns locais desta cidade como por exemplo o Palácio de Queluz, que sempre desejamos visitar.

O primeiro dia desta viagem a 3, começou precisamente aí, no Palácio Nacional de Queluz.
À entrada podemos ver a estátua de D. Maria I, reconhecida como a primeira Rainha de Portugal, esposa de D. Pedro, que mandou construir o Palácio de Queluz para as suas férias de Verão.

 

Este palácio é vulgarmente chamado de “Versalhes Português” mas numa escala menor. Inclusive a Sala do Trono é muito parecida com a Sala dos Espelhos de Versalhes.

Sala do Trono

Sala da Música

Sala do Laternim

Capela

Sala dos Aposentos da Princesa

Quarto da Princesa

Quarto Império

Corredor das Mangas


Sala dos Embaixadores
E é através da lindíssima escadaria Robillion que temos acesso aos jardins do Palácio que têm como apontamento estátuas inspiradas na mitologia clássica.

Escadaria Robillion

Canal dos Azulejos

Canal dos Azulejos

Lago dos Dragões

Pórtico da Fama

Lago de Nereide

Lago de Neptuno

Fachada de Cerimónia

 
footer