domingo, 13 de janeiro de 2013

Paris - Parte I

Em 2012, apesar de termos viajado muito (principalmente em Portugal) e conhecido vários sítios novos, queríamos terminar o ano em grande, com mais uma viagem.  Paris já estava nas nossas prioridades há algum tempo e pensamos que seria interessante passar o ano na capital francesa.

Esta foi a terceira vez que fui a Paris e a primeira do Ricardo por isso, para mim, a emoção não foi a mesma mas foi um prazer fazer de guia turística :)
Como tenho família em Paris, ficamos em casa dos meus tios quase uma semana inteira e só tivemos de marcar os voos!
Por uma questão de horários, optámos por ir pela easyJet para o aeroporto Charles de Gaulle e voltamos pelo aeroporto Orly através da Transavia.



No primeiro dia chegamos a Paris ao inicio da tarde e fomos directos para a casa dos meus tios, de onde já não saímos :)
O segundo dia começou bem cedo e com a mesma rotina dos seguintes: apanhar o comboio em Argenteuil até Paris Sant Lazare e depois percorrer Paris de metro e a pé!



O nosso ponto de partida em Paris foi a Place de la Bastille, onde ficava a famosa prisão que foi tomada em 14 de Julho de 1789, um dos actos que deram inicio à Revolução Francesa.



O próximo destino foi o Hôtel de Ville, a câmara municipal de Paris, que fica num edifício lindíssimo.


Seguimos a pé até ao próximo destino: a Catedral Notre Dame. Apesar de eu já ter visitado a catedral, fazia questão de voltar a visitar com o Ricardo mas, quando lá chegámos começou a chover torrencialmente e tivemos de desistir da fila quilométrica!

  

Continuamos o nosso percurso a pé até à Sainte-Chapelle, famosa pelos seus vitrais interiores. Infelizmente a capela estava em restauração e pouco ou nada deu para ver. Valeu pela beleza do Palácio da Justiça, anexo à capela.



Logo em frente situa-se a Conciergerie,  a prisão considerada como a antessala da morte, durante a época da Revolução Francesa. A Rainha Maria Antonieta foi aprisionada na Conciergerie em 1793, saindo daí para morrer na guilhotina. 




E sempre a pé seguimos até à Pont des Arts, mesmo ao lado do Museu do Louvre.


Esta é a famosa ponte dos cadeados, onde os namorados colocam cadeados com os seus nomes e atiram a chave ao rio como prova do amor eterno.



O Museu do Louvre é um dos maiores e mais famosos museus do mundo e alberga a famosa obra Mona Lisa.



Na minha anterior viagem entrei no museu mas desta vez não tivemos interesse em visitá-lo. Limitamo-nos ao seu exterior onde a pirâmide de vidro é o centro das atracções.




domingo, 16 de dezembro de 2012

Cascais

No dia a seguir ao casamento, aproveitamos a manhã para passear, antes de regressar ao Porto. Ficamos hospedados na casa dos meus tios, que fica perto de Cascais, e por isso fomos explorar melhor esta zona.

Começamos pela Boca do Inferno que deve o seu nome à analogia morfológica e ao tremendo e assustador impacto das vagas que aí se fazem sentir.


 


O próximo destino era o Cabo da Roca mas pelo caminho paramos para visitar o Forte de São Jorge de Oitavos.


Foi erguido no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, para complemento da defesa da barra do rio Tejo. Destinava-se especificamente ao abrigo de pequena guarnição, com a função de prevenir desembarques no litoral entre a praia do Guincho e a praia da Guia.



Seguimos caminho pelo Guincho de onde já se consegue avistar o Cabo da Roca.


E por fim chegamos ao Cabo da Roca, o ponto mais ocidental de Portugal continental, assim como da Europa continental, ou, como escreveu Luís Vaz de Camões, o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto VIII).




Na zona existe um farol, o Farol do Cabo da Roca.



E assim terminou esta mini viagem por terras lisboetas que não será, com certeza, a última!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Sintra

No início de Novembro, tivemos um casamento em Sintra e aproveitamos para passar lá mais uns dias e conhecer sítios que ainda não tínhamos visitado. Já tínhamos ido a Sintra em 2008 mas não conseguimos explorar toda a vila e por isso decidimos voltar.
A viagem do Porto até Sintra demorou quase toda a manhã e quando lá chegamos fomos logo almoçar. Escolhemos um restaurante mesmo ao lado da Câmara de Sintra e qual não foi o nosso espanto ao ver que lá estava o Presidente da Câmara, Fernando Seara, a almoçar  :)


Na visita a Sintra em 2008, visitamos o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o Palácio de Monserrate. A lista de palácios e locais de interesse em Sintra é vastíssima e por isso tivemos de seleccionar o que queríamos visitar de seguida. Escolhemos a Quinta da Regaleira mas ficou a promessa de voltar a Sintra para conhecer o que nos falta… À terceira há-de ser de vez!


Do centro da vila de Sintra conseguimos avistar o Castelo dos Mouros (que já visitamos em 2008) e o Palácio Nacional de Sintra (que está na lista para visitar).




Antes de irmos para a Quinta da Regaleira, fizemos um desvio até ao Palácio de Seteais pois aqui a visita é rápida. Este palácio foi construído no século XVIII para o cônsul holandês, Daniel Gildemeester, num terreno cedido pelo Marquês de Pombal. Hoje em dia o palácio é um hotel de luxo da cadeia Tivoli.



De seguida fomos para a Quinta da Regaleira onde passamos o resto da tarde. O Palácio da Regaleira é o edifício principal deste espaço que se encontra rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas.




O bosque  é um autêntico labirinto onde vamos encontrando fascinantes e misteriosas construções como a capela, que tem acesso subterrâneo ao Palácio.



Continuando a explorar o denso bosque, encontramos a gruta da Leda e a Torre da Regaleira.



Mesmo em frente ao lindíssimo Portal dos Guardiões, está o Terraço dos Mundos Celestes e a Torre do Zigurate.



Mas a principal atracção, depois do Palácio, é o Poço Iniciático - uma galeria subterrânea em espiral, de 27 metros, por onde se descem nove patamares até às profundezas da terra.



No fundo do poço está embutida em mármore, uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou cardeais, 4 menores ou colaterais) sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e, simultaneamente, indicativo da Ordem Rosa-cruz.



O poço está ligado por várias grutas e túneis a outros pontos da quinta. Estes túneis, outrora habitados por morcegos afastados pelos muitos turistas que visitam o local, estão cobertos com pedra importada da orla marítima da região de Peniche, pedra que dá a sugestão de um mundo submerso.





Outros pontos de referência da Quinta da Regaleira que conhecemos foram a Fonte da Regaleira, a Fonte do Balneário, o Lago e o Patamar dos Deuses.





Por fim, fomos visitar o interior do Palácio da Regaleira, também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro.








 
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