quarta-feira, 17 de julho de 2013

Porto - Parte V

 Depois do almoço, fomos visitar a Casa do Infante que fica logo ali na Ribeira e cuja entrada é gratuita.



A Casa do Infante, assim designada por aí ter nascido Henrique o Navegador, é um complexo de edifícios que foram sendo construídos para albergar os serviços da Coroa no Porto: Alfândega, Casa da Moeda e a Contadoria da Fazenda. A sua história remonta a 1325, quando o rei D. Afonso IV mandou construir o 'Almazem' régio, contra a vontade do Bispo, então senhor do burgo. O edifício foi objecto de um processo de reabilitação e musealização e hoje oferece um conjunto de valências diversificadas: Museu; Arquivo Histórico Municipal; Biblioteca de Assuntos Portuenses; Sala Memória; Sala de exposições e Auditório.



Tendo como destino o teleférico do lado de Gaia, passamos pela Ribeira e atravessamos a Ponte D. Luís, que não nos cansamos de admirar.






E se a vista da Ribeira para Gaia é admirável, a vista de Gaia para a Ribeira supera tudo…







Do lado de Gaia, ficam as famosas caves do vinho do Porto e o Cais de Gaia, repleto de bares e restaurantes que convidam a um belo almoço ou jantar à beira rio.






O Teleférico Gaia de foi inaugurado em 1 de Abril de 2011 e liga a Praça da Super Bock, no Cais de Gaia, ao Jardim do Morro, na Avenida da República. 


A viagem dura cerca de 5 minutos e permite-nos apreciar a beleza da zona histórica de Gaia e Porto.





Chegados ao Jardim do Morro, não podemos deixar de subir até ao Mosteiro da Serra do Pilar, onde se tem as melhores vistas para a cidade do Porto.







E para terminar esta visita, nada como atravessar novamente a Ponte D. Luís, mas desta vez pelo tabuleiro superior.






segunda-feira, 10 de junho de 2013

Porto - Parte IV

Em 2012 iniciamos os nossos passeios pelo Porto e desde então não temos parado. Surpreendentemente ainda há locais que não tivemos a oportunidade de ir e outros que repetimos a visita vezes sem conta, principalmente quando vêm cá amigos e temos de fazer de guias turísticos :)
Aqui fica mais um relato de um dia passado na cidade invicta. Desta vez iniciamos o percurso por Miragaia, com as suas casinhas tão típicas voltadas para o rio e, como o nome indica, para a cidade de Gaia.




É nesta zona que se situa a Alfândega Nova do Porto que alberga também um Centro de Congressos, o Museu de Transportes e Comunicações e a sede da Associação Museu de Transportes e Comunicações (AMTC).



Seguindo sempre a marginal em direcção à Ribeira, encontramos a Igreja de S. Francisco, a única no Porto cuja entrada é paga. É notável pelo seu conjunto de talha dourada barroca do século XVIII, tanto que nem se pode tirar fotos.






Quase em frente, deparamo-nos com outra igreja, a de S. Nicolau.


Chegados ao Jardim do Infante, encontramos o Mercado Ferreira Borges, o Palácio da Bolsa e a estátua do Infante D. Henrique, a apontar o caminho para os descobrimentos portugueses.



Chegados ao Jardim do Infante, encontramos o Mercado Ferreira Borges, o Palácio da Bolsa e a estátua do Infante D. Henrique a apontar o caminho para os descobrimentos portugueses.O Mercado Ferreira Borges foi construído em 1885 para substituir o já velho Mercado da Ribeira, apesar de nunca ter cumprido as funções para as quais foi originalmente destinado, em virtude da reticência dos negociantes em deixar o mercado anterior. É hoje utilizado para exposições e feiras de âmbito cultural, onde está presentemente instalado o Hard Club.



O Palácio da Bolsa é considerado um dos mais belos edifícios que o Porto possui e ainda um dos mais ricos de Portugal, sendo um dos salões de visita da cidade onde se têm desenrolado os mais marcantes acontecimentos sociais, políticos e culturais ligados à vida citadina. A sua construção foi fruto de um grande investimento e dedicação por parte dos mercadores portuenses que haviam perdido a Casa da Bolsa do Comércio e se viram obrigados a discutir os seus negócios ao ar livre, na Rua dos Ingleses.


Terminada a visita da parte da manhã, fomos almoçar o prato mais típico do Porto: a francesinha. Escolhemos o restaurante  “Verso em Pedra” ali perto, mas sinceramente já comemos francesinhas bem melhores!




 
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